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Saiba TUDO sobre as CIDADES ASTRAIS


Professor Laércio Fonseca




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Cidades Astrais: Como Funcionam os Planos Espirituais ao Redor da Terra

No estudo espiritualista e esotérico, as chamadas cidades astrais são apresentadas como estruturas organizadas existentes em diferentes níveis sutis ao redor da Terra. Segundo essa visão, elas não seriam meramente simbólicas, mas verdadeiras “sociedades espirituais” localizadas em planos de matéria mais sutil, acima da dimensão física.

A proposta central é que a Terra não seria apenas o mundo material visível, mas faria parte de um sistema muito mais amplo, composto por camadas dimensionais ou superfícies energéticas ao seu redor. Essas camadas abrigariam diferentes tipos de consciências, cidades, tecnologias e formas de vida espiritual.

A Terra e seus planos sutis

De acordo com a explicação apresentada, o planeta seria cercado por diversos níveis de matéria, cada um com uma densidade diferente. O plano físico, onde estamos encarnados, seria apenas o mais denso. Acima dele existiriam outros níveis, compostos por uma matéria mais sutil, compatível com a existência dos espíritos.

Nesse modelo, as cidades astrais estariam localizadas nesses planos superiores, especialmente no primeiro nível acima da Terra, em torno de aproximadamente 500 km de altitude. Esse plano seria uma espécie de “superfície paralela”, com solo, relevo, rios, lagos, vegetação e construções — mas sem necessariamente reproduzir o que existe no mundo físico abaixo.

Ou seja: o astral não seria uma cópia da Terra, mas um ambiente independente, com geografia, arquitetura e organização próprias.

Tudo vem de cima para baixo

Um dos pontos mais fortes da palestra é a ideia de que o plano espiritual precede o plano material. Em vez de o mundo espiritual ser reflexo da Terra, seria justamente o contrário: o que existe aqui embaixo teria sido antes concebido, estruturado ou inspirado a partir dos planos superiores.

Segundo essa visão, toda a vida biológica, os ecossistemas e até os corpos físicos seriam fruto de um projeto inteligente, conduzido por consciências avançadas e tecnologias superiores. O corpo humano seria um “veículo biológico” criado para permitir que o espírito viva experiências em um ambiente de matéria densa.

Como seria a matéria do plano astral?

A explicação apresentada afirma que a matéria astral também é matéria real — com estrutura atômica —, porém em outra faixa vibracional. A diferença não estaria na inexistência da matéria, mas em sua densidade e frequência.

O palestrante compara isso a líquidos de densidades diferentes em um tubo de ensaio: cada substância ocupa um nível específico. Da mesma forma, cada tipo de espírito se tornaria compatível com o plano correspondente à sua frequência.

Assim, um espírito em determinado plano:

  • percebe aquele ambiente como sólido;
  • anda sobre o “chão” daquele nível;
  • interage com a matéria compatível com sua condição vibratória;
  • não consegue, com facilidade, acessar planos mais densos ou mais sutis sem adaptação.

Como são as cidades astrais?

As cidades astrais seriam estruturas altamente organizadas, com tecnologia avançada, arquitetura sofisticada e funções específicas. Em níveis mais baixos, elas podem ser mais fechadas, controladas e até fortificadas. Em níveis superiores, tornam-se mais harmônicas, belas e luminosas.

No primeiro plano astral acima da Terra, essas cidades seriam protegidas por cúpulas energéticas, cuja função seria bloquear a radiação cósmica e solar, já que, nessa visão, elas estariam fora da atmosfera física terrestre.

Dentro dessas cidades, haveria:

  • centros de aprendizado;
  • postos de socorro espiritual;
  • áreas urbanas e rurais;
  • transporte tecnológico;
  • sistemas de controle de entrada e saída;
  • estruturas de assistência e resgate;
  • organização social de acordo com o nível moral e consciencial dos espíritos.

Por que algumas cidades são fechadas?

Um ponto bastante enfatizado é que os planos espirituais inferiores, especialmente os ligados ao umbral, exigem mais controle. Isso porque abrigariam espíritos ainda muito desequilibrados, violentos, revoltados ou presos a vícios, impulsos e conflitos.

Por isso, muitas cidades astrais de níveis inferiores seriam:

  • muradas ou protegidas;
  • monitoradas por tecnologias superiores;
  • organizadas por setores;
  • rigidamente controladas para evitar invasões, fugas e conflitos.

Nessa leitura, o umbral seria comparado a uma espécie de sistema prisional ou zona de contenção espiritual, onde consciências em sofrimento ou rebeldia permanecem até estarem aptas a receber ajuda, tratamento e reeducação.

O umbral e a realidade espiritual da maioria

Segundo o palestrante, a maior parte da humanidade ainda vibraria em faixas densas. Por isso, após o desencarne, muitos espíritos não iriam diretamente para planos elevados, mas para regiões compatíveis com seu estado interior.

Essa visão reforça que:

  • o espírito não “vai para onde quer”;
  • ele vai para onde sua frequência permite;
  • o grau de lucidez, moralidade e desapego determina sua permanência em certas cidades;
  • a ascensão espiritual depende de transformação interior.

Assim, o umbral não seria um castigo arbitrário, mas uma consequência vibratória e consciencial.

Existe vida, natureza e até sociedade no astral?

Sim. Segundo a palestra, no astral existem:

  • cidades grandes e pequenas;
  • vilarejos;
  • colônias rurais;
  • áreas de natureza;
  • rios, florestas, lagos e montanhas;
  • animais e vegetação;
  • escolas, postos de socorro e centros de trabalho.

Há, portanto, uma visão de que o plano espiritual seria extremamente dinâmico e complexo, com múltiplas formas de organização social, cultural e funcional.

As cidades astrais têm relação com obras como Nosso Lar

A palestra faz referência indireta à obra Nosso Lar, afirmando que cidades espirituais como a descrita por André Luiz fariam parte desse primeiro nível astral acima da Terra.

Nesse contexto:

  • Nosso Lar seria uma cidade de faixa intermediária, mais organizada e luminosa;
  • cidades umbralinas estariam em níveis mais densos e próximos da crosta ou da superfície terrestre;
  • espíritos resgatados precisariam de transporte e tecnologia para subir;
  • nem todos conseguem se deslocar livremente entre cidades e planos.

A ideia central é que há regras, hierarquias, autorizações e tecnologia regulando esses deslocamentos.

Aprendizado espiritual e evolução

O aprendizado no plano astral também seria condicionado ao estado evolutivo do espírito. Um espírito em zonas inferiores pode até aprender, mas dentro de certos limites. Já espíritos mais lúcidos e elevados teriam acesso a conhecimentos mais profundos e a funções mais amplas.

Segundo a visão apresentada:

  • quem está no umbral ainda está muito preso à própria dor, culpa ou revolta;
  • quem está em zonas intermediárias já pode estudar, servir e se reorganizar;
  • os ascensionados trabalham nos níveis superiores e descem para auxiliar os planos mais densos.

Sexo, desejos e condicionamentos após a morte

Um tema polêmico abordado é a permanência de certos impulsos após o desencarne. Segundo a explicação, em regiões mais densas do astral ainda podem existir:

  • desejos sexuais;
  • compulsões emocionais;
  • vícios psíquicos;
  • padrões mentais herdados da vida física.

Isso aconteceria porque o espírito leva consigo os condicionamentos psicológicos e emocionais adquiridos durante a encarnação. Já em planos mais elevados, esses impulsos perderiam força, sendo substituídos por estados de consciência mais sutis e elevados.

Tecnologia espiritual e controle superior

A palestra também descreve o plano espiritual como altamente tecnológico. Segundo essa perspectiva:

  • as forças superiores mantêm rígido controle sobre os planos inferiores;
  • tecnologias espirituais monitoram deslocamentos, acessos e perturbações;
  • espíritos desequilibrados podem ser contidos, removidos ou socorridos;
  • o mal não se espalha livremente porque existe supervisão constante.

Essa tecnologia seria tão avançada que, mesmo que observada, não seria facilmente compreendida por consciências ainda limitadas.

Conclusão: as cidades astrais como moradas transitórias da alma

A principal mensagem da palestra é que as cidades astrais são ambientes de transição, aprendizado, contenção, socorro e evolução. Elas refletem não apenas uma organização espiritual do planeta, mas também o estado íntimo de cada espírito.

Nessa visão:

  • o plano físico é apenas uma etapa temporária;
  • a verdadeira morada do ser é espiritual;
  • a vida continua em múltiplos níveis após a morte;
  • cada consciência é atraída para o ambiente compatível com sua vibração;
  • o universo espiritual é ordenado, tecnológico e profundamente educativo.

Mais do que despertar curiosidade sobre “como é o outro lado”, a reflexão convida a uma pergunta essencial: que tipo de cidade astral estamos construindo para nós mesmos através de nossos pensamentos, escolhas e ações de hoje?

 

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