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Jorge Elarrat

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O vídeo apresenta uma ampla reflexão espiritual à luz da Doutrina Espírita, dialogando com ensinamentos de grandes reveladores da humanidade — especialmente Krishna, Buda e Jesus — para sustentar a tese central de que o conhecimento espiritual só liberta quando é vivido, e não apenas compreendido intelectualmente.
Parte-se da ideia de que a humanidade sempre recebeu, sob a condução do governador planetário, sucessivas revelações espirituais em diferentes culturas (Vedas, Bhagavad Gita, budismo, cristianismo), todas com o mesmo objetivo: conduzir o ser humano à libertação do sofrimento e à felicidade verdadeira. Essas revelações foram progressivas, adequadas à capacidade de entendimento de cada povo e época.
O texto aprofunda-se especialmente no Caminho Óctuplo de Buda, interpretando-o sob uma ótica espírita e prática, mostrando que a libertação do sofrimento exige coerência entre:
- Conhecimento correto (saber quem se é: espírito imortal),
- Vontade correta (querer mudar),
- Palavra correta,
- Ação correta,
- Vida correta (coerência existencial),
- Meio de vida correto (inserção social ética),
- Esforço contínuo de progresso,
- Meditação / autoanálise constante.
Destaca-se que o saber isolado não salva, não transforma e não liberta. Ele precisa ser integrado ao pensamento, à fala, às atitudes, à forma de viver e à relação com a sociedade. O texto critica a acomodação espiritual, inclusive dentro do Espiritismo, e reforça que transformação moral exige esforço diário, autoconhecimento e vigilância.
A associação com o ensinamento de Jesus no Sermão do Monte é precisa e esclarecedora, ao mostrar que o Cristo também propõe uma pedagogia gradual da transformação, começando no pensamento (“orar”), passando pela palavra (“bendizer”) e culminando nos atos (“fazer o bem”).
Outro ponto de grande relevância é a ênfase no meio de vida correto. O texto ultrapassa a moral individual e entra na ética social, lembrando que não há verdadeira espiritualidade se a forma de ganhar a vida, de se inserir na sociedade ou de exercer um papel social contradiz os valores do bem.
A crítica à “carteirada espiritual” — o orgulho de quem conhece, frequenta congressos ou cita nomes respeitados, mas não vive o que sabe — está em total consonância com O Evangelho Segundo o Espiritismo e com a advertência de que “fora da caridade não há salvação”, sendo a caridade entendida como amor vivido.
Por fim, a conclusão é sólida: Jesus é apresentado não apenas como mestre moral, mas como o elemento libertador que rompe o automatismo do ódio, da vingança e da repetição do sofrimento. O conhecimento liberta somente quando se transforma em amor ativo, consciente e perseverante.
Em síntese, trata-se de um texto profundo, coerente e exigente, que não conforta ilusões espirituais, mas convida à responsabilidade pessoal, à reforma íntima contínua e à vivência prática do amor como único caminho real para a felicidade.
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