A Grande Morada - Apostila 9

    A Grande Morada - Apostila 9

    Via Láctea

     

     Análise do Livro – 5

     

    Capítulo 6 do livro O Prisma de Lira de autoria de Lyssa Royal e Keith Priest.

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    6 -  Os primos pleiadianos da Terra

     

    Antes, muitas noites sob a janela envolta pela hera, fui descansar, olhando a grande Órion, viajando, lentamente para o oeste.  Muitas noites vi as Plêiades emergir da suave sombra.  Brilhando como um enxame de vaga-lumes presos numa trança de prata.”

    TENNYSON

    Durante a primeira fase evolutiva do sistema de Lira começaram, também, as primeiras tensões entre as polaridades.  Alguns liranos manifestaram a representação da polaridade feminina, intuitiva e permissiva.  Eles acreditaram que o caminho para a reintegração passava pelo crescimento interior.  Outros, entretanto, optaram pela polarização masculina.  Sua filosofia tinha por base que, para evoluir, deviam dominar o universo conhecido.  Essa tensão causou muita confusão entre ambas as facções.

    No transcurso do desenvolvimento da civilização de Lira, um grupo de liranos decidiu por desenvolver sua cultura distante do que eles percebiam como influências negativas.  Desse modo, buscaram um novo lugar dentro da galáxia.  Nessa busca encontraram um jovem planeta rico em recursos naturais.  Esse planeta era a Terra.

    Por várias gerações este grupo residiu em nosso planeta, coexistindo, pacificamente, com a raça de primatas que se achava em pleno desenvolvimento.  Não obstante, depois de longo período no tempo, se deram conta de que não se adaptavam tão bem no ambiente físico e eletromagnético da Terra como haviam desejado.  Nesse período incorporaram pequenas quantidades de material genético dos primatas para ajudarem, a si mesmos, a assimilar o meio ambiente do planeta.  Ao longo de gerações seu DNA se modificou levemente, o que lhes permitiu uma melhor adaptação. (Figura 06A)

    Enquanto estes liranos da Terra incorporavam genes de primatas em sua própria genética, outros grupos de liranos estavam no planeta para executar os desejos dos Fundadores, além dos seus próprios, isto é, implantar genética lirana no sistema dos primatas.

    A chegada deste último grupo reavivou os conflitos pelos quais os liranos da Terra haviam fugido de Lira, e por isso tornaram a buscar outro sistema planetário para coloniza-lo.  Desejosos de criar uma nova cultura, isolada dos velhos conflitos enraizados em seu passado, exploraram toda a região, pormenorizadamente, antes de escolher um conjunto aberto de jovens estrelas azuis conhecido como as Plêiades.13 

     

    1. Outros grupos fracionados também colonizaram outros sistemas na vizinhança galáctica da Terra.


    Figura 06B – Vinda do segundo grupo de liranos, a reativação dos conflitos e a fuga do primeiro grupo para o sistema estelar das Plêiades.

    Quando os liranos da Terra começaram a colonizar o sistema estelar das Plêiades, sua ambição consistia em criar uma raça equilibrada e independente.  Esse desejo refletiu na escolha de um novo e estável grupo de estrelas.  Mais que qualquer outra coisa, desejavam criar uma cultura baseada na harmonia, na verdade e no amor incondicional.

    Uma vez que se conheceu este plano de colonização, os descendentes de Lira que desejavam um novo lugar decidiram colonizar, também, outras áreas do grupo de estrelas pleiadianas.14

     

    1. Só sete estrelas do sistema pleiadiano são realmente visíveis. Do ponto de vista pleiadiano, existem centenas de estrelas com planetas habitáveis (não são visíveis da Terra) e que compõem as colônias pleiadianas.

    Esses primeiros pleiadianas (anteriormente liranos da Terra) possuíam habilidades intuitivas altamente desenvolvidas, além de profundo desejo de convivência em comunidade.  Para eles, o Todo era tão importante quanto o si mesmo.  Inclusive, tendo em conta esse desejo, estes seres consumiram muitas gerações para amadurecer e criar sua própria identidade separada de suas raízes liranas.

    Ao longo de gerações desenvolveram uma cultura com uma natureza filosófica e uma tecnologia que progrediam paralelamente ao seu próprio desenvolvimento.  Embora tenham ocorrido alguns períodos de conflitos, a base cultural desses recém criados pleiadianos se manteve estável durante muitos milhares de anos.

    Entretanto, as gerações de pleiadianos que desejavam viver em comunidade deram tanta importância à paz e tranquilidade que chegaram a desdenhar qualquer forma de negatividade.  Mergulharam, mais e mais, profundamente, nessa, para eles, natural tendência humanoide, até chegar a não encontrar mais nada que o vazio dentro de seu ser.  Não houve conflito; não houve resolução nem, tão pouco, aprendizagem.  Uma voz, porém, gritou de dentro deles.  Houve uma parte, deles, que desejava escutá-la.

     

    “chegaram a desdenhar qualquer forma de negatividade” Em algum ponto de meus comentários nesta série de apostilas, quando se tratou de definir polaridade, ficou claro, me parece, que neste universo dual, o que chamamos de negativo também tem sua utilidade.  Verifica-se no hoje corriqueiro ato de acender uma lâmpada que isso só se torna possível se a ela estiverem conectados os dois polos da energia elétrica.  Os polos positivo e o negativo. A junção dos dois dá o benefício da iluminação. Transfiram esse exemplo para tudo o que ocorra no cosmo e entenderão a utilidade do negativo.  Portanto, é legítimo ter anseios pelo positivo sem, porém, desprezar o negativo.  É no comparativo entre estes dois polos que se situam as correções de tendências não construtivas. 

     

     

    A partir desse poço de desespero chamaram a seus antepassados de Lira.  Quando estes responderam, se surpreenderam ao constatar que haviam construído uma cultura que havia cortado, literalmente, todo laço com a criação.  Os pleiadianos não tinham nem ideia do que estava acontecendo no universo que os rodeava.  Não sabiam nada da angústia de Órion, apesar de ambos serem descendentes de Lira.

     

    Grifei para fazer o seguinte comentário: “Não estaremos nós, os humanos da Terra, construindo uma cultura que nos aliena, completamente, do todo da criação ?”  A humanidade nem olha mais as estrelas.  As noites têm sido dedicadas só à televisão. Aliás, este comportamento não é só quanto ao cosmo, mas até na condição social em que vivemos, pois, moldados pelo medo, vamos cortando os laços até com nossos vizinhos. 

     

    Quando os pleiadianos souberam da luta que estava acontecendo em Órion, seu próprio “dragão adormecido” se despertou.  Sentiram paixão.  Voltaram a sentir-se vivos; uma recôndita missão foi avivada em suas almas.  Ofereceram-se a servir a Órion durante sua luta.

    Foi, então, quando se comprometeram a lutar contra a negatividade de Órion.

     

    Assim tudo começou.

    Figura 06C – Região de conflito e os pleiadianos se direcionando ao combate.

     

     

    Entraram na guerra de Órion com diversos veículos.  Algumas almas escolheram encarnar-se diretamente nesse sistema de duas polaridades (positiva e negativa) para compreender melhor a luta.  A maioria dos pleiadianos encarnados durante a guerra de Órion ficou retida, já que é muito fácil entrar no ciclo de reencarnações de Órion, mas muito difícil sair.

     

    Outros escolheram aliar-se com a Liga Negra ou continuar encarnando-se no sistema pleiadiano e tentar, dali, conter a expansão do Império de Órion.  Lutaram com todo seu poder contra a negatividade que veio ao seu redor.  E mais ainda, lutaram, inconscientemente, contra a negatividade que havia dentro deles mesmo.  A controvérsia continuou.  Os pleiadianos lutaram tão diligentemente contra a negatividade de Órion como se estivessem combatendo a própria sombra.

    Em lugar de encontrar a verdade dentro de si mesmos, o único que conseguiram foi perpetuar seu ódio com respeito a sua própria negatividade.  Só quando o Império de Órion destruiu a um de seus planetas habitados se desligaram da conflagração de Órion.  Esse planeta sem vida e totalmente carbonizado segue existindo em seu sistema como lembrança de suas atuações passadas.  Quando esse planeta foi destruído, os pleiadianos se sentiram desolados.

    Finalmente, se chegou a um impasse. 

    Nos níveis mais altos do ser cada consciência envolvida no drama de Órion deu um passo atrás para avaliar a situação.  Viu-se, claramente, que a solução tinha que vir de um ângulo diferente. Concordaram em transladar o conflito a outra arena dentro da galáxia.

    Os pleiadianos foram confrontados com a seguinte escolha: retornar suas energias a seus mundos conhecidos ou enfrentar-se de uma vez por todas (assim como a luta de Órion) com suas próprias histórias.

    Figura 06D – No princípio decidiram voltar para casa.  Isso lhes permitiu recuperar forças e examinar as profundezas de sua própria alma, e para encontrar uma maneira de voltar a ser um Todo.  Eles estavam com tanto medo da negatividade que se imobilizaram.  Esperaram. Estudaram... e vacilaram.  Enquanto eles esperavam, o projeto de infusão das dimensões foi empreendido com toda força na Terra.

    Os liranos eram os diretores físicos desse projeto (sob a supervisão dos Fundadores), e aceitavam, também, assistência de outros grupos físicos tais como os sírios.  Logo se viu que para seu projeto necessitavam uma estrutura genética de origem terrestre e também extraterrestre.  Contataram os pleiadianos. (Figura 06E)

     

     

    De início os pleiadianos expressaram relutância em se envolver numa nova colaboração com a Terra.  Não obstante, os liranos, com hábeis artimanhas, assinalaram possíveis benefícios a eles, os pleiadianos.  Como sabiam que os pleiadianos haviam incorporado em si parte da genética dos primatas da Terra, os liranos admitiram que necessitavam certos aspectos desse DNA para poder desenvolver a espécie terrestre.  Inconscientemente, também criaram para os pleiadianos uma maneira de enfrentar-se, de uma vez por todas, a sua própria negatividade.

    Propôs que a transferência do DNA pleiadiano à espécie terrestre iria ser efetuada ao longo de um dilatado período, e que isto criaria uma raça de humanoides que tivesse raízes tanto terrestres quanto extraterrestres.  Os antepassados mais próximos desses humanos da Terra seriam os pleiadianos e, graças a esses laços familiares, os pleiadianos iriam ter permissão para estar participando no desenvolvimento da espécie terrestre.

    Graças a essa participação poderiam observar o desenvolvimento dessa raça, interagir, de vez em quando, para mante-la em seu caminho e, ao mesmo tempo, aprender da negatividade humana.  Isto curaria a dor do passado dos pleiadianos.  Depois de certa relutância para associar uma vez mais com os liranos, um grupo de pleiadianos, finalmente, concordou de participar.

    Desse acordo resultaram milhares de anos de interação pleiadiana com praticamente todas as culturas primitivas da Terra.

    Desenhos de seres procedentes do espaço e naves espaciais adornam as paredes de muitas cavernas, e muitos documentos antigos registram os atos desses deuses procedentes do céu.  Eles não se viam como “deuses”, mas como os humanos atualmente.  Não obstante, do ponto de vista daqueles seres primitivos, seguramente foram, mesmo, percebidos como deuses.

    Em determinadas fases do desenvolvimento da espécie humanoide, parece ser comum entregar o poder pessoal a figuras divinas ou mágicas.  Finalmente, isso se converteu numa prática muito generalizada e logo os pleiadianos começaram a apreciar o poder que se lhes haviam outorgado.  E começaram a usa-lo.  Alguns utilizaram o medo para manipulação dos primitivos.  Seu acordo, a nível da alma, de aprender do desenvolvimento da Terra se transformou num meio de satisfazer seus próprios desejos.

    Muitos mitos antigos que falam de deuses zelosos estão, diretamente, ligados a seres extraterrestres de outros sistemas, entre os quais se incluem as Plêiades. 15

    1. Exemplos destes mitos incluem os contos egípcios que falam de Set e Osíris. Tal com os conflitos sumérios entre Enlil e Enkí. Parecem batalhas arquetípicas; muitas culturas guardam lendas de figuras similares que se pode considerar partes opostas ou, talvez, uma tradução da mesma história.

    Na história do Brasil temos Bartolomeu Bueno, o bandeirante que passou a ser chamado, na língua tupi/guarani de “Anhanguera” que significa diabo velho.  Tomou essa alcunha porque num ato de intimidar os índios colocou aguardente numa vasilha e ateou fogo.  Como os nativos não conheciam aquela substância imaginaram que ele estava ateando fogo na água e o consideraram possuidor de poderes “sobrenaturais”.   E esse acontecimento nem faz tanto tempo assim.  Agora, imaginemos naquela antiguidade de 400 mil anos atrás, ou sei lá se muito mais, com naves de avançada tecnologia pousando na Terra, o que não teriam pensado os nativos.

    Mas até hoje, dado o vazio interior em que vive nossa humanidade, fácil, fácil, elege-se novos deuses dentro dos âmbitos dos esportes, dos shows musicais, etc.  Então, penso que até no momento atual a humanidade ainda conserva esse atavismo de endeusamentos.

     

    Quando começou essa ânsia pelo poder, foi necessário recordar aos extraterrestres seu propósito.  Com frequência, os pleiadianos guardaram rancor para com os outros grupos visitantes.  Durante um período de poucos milhares de anos, os pleiadianos aumentaram seu poder e depois lhes foi recordado, duramente, seu lugar.  A ironia da situação logo se tornou conhecida deles – [na verdade, sem perceber] eles haviam desejado entrar em contato com sua negatividade.

     

    Seu desejo lhes foi concedido.  Os pleiadianos envolvidos nas interações com a Terra procediam, todos, do mesmo contínuo de tempo.  Seus contatos foram equivalentes a seu desenvolvimento.  Ainda não dominavam a complexa tecnologia de manipulação do espaço/tempo.  Até o século XX a Terra não havia começado a incluir, simultaneamente, contatos pleiadianos procedentes de diversos contínuos de tempo.

    Embora o contato tenha continuado de forma intermitente até o momento atual, resultou, porém, lento em comparação com os tempos anteriores.  A maioria dos pleiadianos já não considera os humanos da Terra como crianças, e permitem que a humanidade tome suas próprias decisões.  Como a Terra entrou na era tecnológica passou, então, a ser vigiada muito de perto para averiguar a massa crítica necessária para ativar os códigos de DNA que permitem a conservação da espécie.  Desde 1940, extraterrestres, tanto físicos como não físicos, estão observando a humanidade, tentando comunicar-se de maneira muito sutil na maioria das vezes.

    Os pleiadianos foram os primeiros a começar um importante programa de contato físico e benevolente com a Terra.  Embora este transcorresse discretamente desde 1930, realmente começou a tomar consciência de modo mais geral nos anos setenta. 16

     

    16 – Existem indicações de que grupos negativos (como os sírios) também começaram a estabelecer contatos em 1930, e que suas atuações negativas sempre foram combatidas por grupos mais benévolos como, por exemplo, os pleiadianos.  Esta afanosa atividade de contatos (tanto por grupos de orientação negativa como por grupos de orientação positiva) parece se dar em ciclos de vinte anos: 1930, 1950, 1970, 1990 e, tal como veremos, provavelmente, em 2010.

     

    Um suíço chamado Billy Meier documentou centenas de horas de comunicação com a cosmonauta pleiadiana Semjase.  Também possui um grande número de fotografias das naves espaciais pleiadianas que, mesmo utilizando-se de tecnologia fotográfica muito avançada, nunca se pode qualifica-las de falsas.  Ele disse que tem sido levado para frente e para trás no tempo pelos pleiadianos (e seus aliados, os DAL) para poder observar vários eventos.

    Este contato de Billy Meier tem provocado muita controvérsia desde que veio a público.  Os próprios pleiadianos forneceram provas a ele, como, por exemplo, uma amostra de metal que foi analisada por um renomado cientista da IBM.  A análise revelou uma incomum combinação de materiais que incluía um elemento raro e muito caro chamado túlio. Quando se analisou mais profundamente, esta amostra parecia ter propriedades tanto de metal como de cristal.  Esta amostra desapareceu, embora o processo de sua análise tenha sido filmado, e o filme permanece.

    Dentro da comunidade investigadora do fenômeno ovni, este caso é um exemplo clássico do refrão “morto o cão, morta a raiva”.  Entendido como “demasiado fácil”, é considerado fraudulento.  Quando Meier tentou construir modelos das naves pleiadianas para ver se as fotografias podiam ser falsificadas, estes foram encontrados e todo o caso foi rotulado como embuste.  Os ensinamentos que Semjase e seus associados deram em 1970 vão sendo agora mais amplamente conhecidos.  Eles ensinam verdades espirituais, mas também mostram a parte da história da raça pleiadiana.

    Alguns desses ensinamentos advertem de possíveis desastres naturais, ou catástrofes provenientes de manipulações humanas, conectados com a nova era que está a ponto de começar.  Parece que estes seres pleiadianos procedem de uma orientação histórica segundo a qual o aviso aos humanos, de previsíveis cataclismos, forma parte de sua filosofia de contato.  Embora essas informações possam ter seu sentido quando foram transmitidas, pode-se questionar como se relacionam atualmente com a consciência coletiva.

    Existem indícios que a consciência coletiva da Terra vem experimentando mudanças, como um aumento de responsabilidade, durante o período entre 1980 e 1982, no que se refere ao futuro cheio de calamidades.  Como os ensinamentos pleiadianos foram transmitidos antes dessa mudança, talvez representem uma situação antiga.  Isto não significa, necessariamente, que não sejam válidas.  O que bem pode significar, é que, talvez, haja em seu lugar uma visão diferente a respeito do futuro da humanidade; uma visão que reflita as escolhas e mudanças que a humanidade tem efetuado ultimamente a nível de consciência coletiva.

    O contato pleiadiano que percebemos atualmente (tanto em forma física e telepática) pode ser o eco de uma voz diferente.  Alguns dizem serem os descendentes futuros dos pleiadianos que se encontrou com Meier.  Estes pleiadianos falam abertamente de seu difícil passado e porque tinham a necessidade de utilizar certas táticas em sua relação com a Terra.

    Eles admitem que tenham seus próprios motivos para estabelecer contato e agradecem ao planeta tudo o que têm podido aprender.  Ajudam à sociedade esclarecendo sobre outras formas de contato em que eles não estão envolvidos (por exemplo: experiências negativas de abduções).  Estão ajudando, sinceramente, à humanidade da melhor maneira possível, para que o planeta consiga uma visão global e também galáctica.

    Os pleiadianos têm razões específicas para estar cautelosos em sua atual interação com a Terra.  Durante milhares de anos têm entrado em nosso planeta para proteger-nos de perigos ou para controlar-nos como crianças “para nosso próprio bem”.  Afinal, alguns grupos rebeldes têm, inclusive, manipulado seres humanos em benefício próprio.  Isto supõe uma fonte de enorme vergonha para eles.

    Agora se dão conta de que a humanidade deve tomar suas próprias decisões e que eles terão de confiar na habilidade humana de ser capaz de toma-las.  Devido a estas suas interferências acabaram por criar um ciclo kármico.  Para seu próprio crescimento é, absolutamente, necessário que o ciclo se encerre.  Um simples pensamento de perpetuar o padrão de interferências na Terra se torna a ideia mais assustadora que um pleiadiano possa ter de enfrentar.

    Figura 06G – Como já somos capazes, de por nossa tecnologia, praticar extermínios em massa, devemos, também, aprender a cuidar, humanitariamente, do todo planetário.

    No futuro continuará o contato pleiadiano com a Terra ?

    Como eles são muito semelhantes, fisicamente, aos humanos (na forma da quarta densidade), parece apropriado que eles sejam os primeiros a caminhar sobre este planeta sem disfarce.  Não obstante, eles salientam que por muito que a humanidade queira ver seus primos do céu, não iniciarão nenhum contato aberto enquanto esta não seja capaz de abraçar a seu irmão do outro lado da rua.

    É o planeta que deve decidir.  Agora tudo depende da própria humanidade.

    Estamos, finalmente, preparados para deixar para trás o medo de reconhecer nossa herança e aceitar suas mãos estendidas?

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    Final do capítulo 6

    Todo o texto em marrom é de minha autoria.


     

    Apostila escrita por

    Luiz Antonio Brasil

    Poços de Caldas – MG – Brasil

    03 de Maio de 2012

    Distribuição Gratuita de toda a série
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