A Grande Morada - Apostila 2

    A Grande Morada - Apostila 2

    Via Láctea

     

    Nós e a Bíblia

    Rememorando nossa pergunta: E o corpo físico, ou corpo humano, como foi criado ?

    Vimos que da descrição contida no livro bíblico do Gênesis Deus – palavra que na linguagem da teologia cristã indica o criador – moldou com o pó da terra um corpo dando-lhe vida e chamando-o de Adão.  Após isso a partir de um pedaço de Adão criou outro ser chamando-o Eva, pois ambos eram de características opostas – homem e mulher – em nosso conhecimento.

    Essa narrativa pode ser considerada um fato real, como descrito, ou uma alegoria sob a qual se disfarça um acontecimento de significado e repercussão muito mais amplos ?, que os organizadores dos textos bíblicos decidiram por manter em sigilo.

    Avento essa dúvida tomando como base a história do descobrimento do Brasil.  O acontecimento do descobrimento do Brasil, segundo os livros escolares que estudei, indicam que se deu no ano de 1500 d.C.  Ora, muitas dúvidas já foram levantadas quanto à veracidade da viagem de Pedro Álvares Cabral com o objetivo de organizar um rota direcionada às Índias, passando pelo oceano Atlântico e contornando o sul da África.  Todavia, em meio à costa oeste daquele continente, por falta de vento que impulsionasse seus barcos se viram – sem querer – será ? – lançados ao outro lado do oceano dando de frente – puxa, que sorte a de Portugal – desculpem a ironia – com a vasta extensão da costa continental a que deram o nome de Santa Cruz.

    Pois bem, essa historiazinha contada nos livros escolares já ficou superada porque, como se sabe, nem Pedro Álvares Cabral e muito menos Cristóvão Colombo saíram dos portos europeus para uma navegação cega, sem destino.  Sabiam bem o que iam encontrar e o fizeram com êxito.  Posse e riquezas para os reinos que representavam.

    A razão dessa citação é para dizer que acontecimentos ocorridos há apenas 1.500 anos chegam até nós cheios de deturpações feitas segundo os interesses da nata dirigente, seja daquele tempo quanto os subsequentes que não quiseram fazer alterações dignas de crédito.

    Sendo assim, comparando a história do descobrimento do Brasil, que foi “ontem”, com a narração bíblica do Gênesis, imaginemos o que esta sofreu de adulterações nesse transcurso que, dizem, vem de 6.000 (seis mil) anos !

    Mas sigamos:  A história bíblica em questão conta que o tempo decorrido da criação dos dois primeiros seres humanos, Adão e Eva, até nossos dias, é de 6.000 anos, o que, em termos astronômicos é de improvável aceitação, até mesmo se já, cientificamente – antropologia, arqueologia e geologia – não se conhecesse da antiguidade da Terra e dos antropoides.

    Por exemplo, os australopitecos ou Australopithecus = Latim: australis “do sul” – grego: pitekos “macaco”. Foi um extinto gênero de hominídeo. Sua conformação corporal se aproximava ao gênero Homo. Um fóssil dessa espécie encontrado na África foi datado como de 2,5 a 2,9 milhões de anos atrás.

    Porém, mais espantoso é citar o Homo Sapiens que, segundo relatos de estudos fósseis encontrados na África – novamente a África – indicam que esta espécie surgiu a nada menos que a 300.000 anos.

    E temos, também o homem de Neandertal ou Homo neanderthalensis, fóssil encontrado na Alemanha e que, segundo a datação, sua existência cobriu um período de 70.000 a 40.000 anos atrás.

    Portanto, essa contagem de tempo constante na bíblia desacredita seu próprio texto em questão.

    Logo, se fosse possível admitir, o que não é, que Adão e Eva vieram à luz do mundo Terra ao tempo citado no Gênesis, eles não teriam sido os nossos primeiros habitantes humanos.

    Tenho, ainda, outra pergunta, um tanto marota:  Por que se dar ao trabalho de criar dois gêneros numa mesma espécie se Ele, em Sua infinita sabedoria, poderia ter criado um ser andrógino, ou coisa que o valha ?

    Todavia, peço desculpas ao leitor, mas como escrevi acima, esta pergunta é só uma marotagem com o fito de aguçar a curiosidade daqueles que nisso ainda não pensaram.

    Considero que numa visão óbvia, o fato de os seres humanos portarem dois gêneros – homem e mulher – significa que isso é decorrente de um planejamento existente no cosmo que de muito antecede a existência da própria Terra.

    Este planejamento sendo existente no cosmo, e tendo sido posto em prática muito antes da existência da Terra, isto é, criação de espécies duais – macho e fêmea – o foi com o fito de proporcionar veículos de manifestação para as essências monádicas que encarnariam em mundos de densidade física, como os chamamos, ou da terceira densidade.

    Sendo aceito que as essências monádicas investiam corpos densos – físicos – habitando humanidades em outros planetas em eras anteriores à existência da Terra, e estando, definitivamente, descartada a hipótese da história bíblica de Adão e Eva, surge outra pergunta:

    Quem semeou os corpos humanos na Terra?

    Sobre à semente divina, ou Mônada, já temos seguro quanto à sua criação e disseminação, como ficou visto na série A Criatura.

    Falta-nos entender, e “enxergar” o feito da inauguração do que chamamos a vida humana – homens e mulheres – na Terra.

    A série de livros “Crônicas da Terra” de autoria de Zacharia Sitchin, uma coleção composta por 14 volumes, aborda a temática referente à presença de civilizações extraterrestres na fundação, organização e administração de civilizações na Terra, principalmente aquelas da região da Mesopotâmia, atual Iraque e Irã.

    O trabalho de pesquisa elaborado por Sitchin está muito bem feito e documentado através dos achados arqueológicos, com a decifração dos caracteres cuneiformes gravados em tabuinhas de argila da cultura suméria.  Nessas estão descritas a história daquelas civilizações constando a presença dos visitantes extraterrestres que, para atender seus interesses, deles, os extraterrestres, viram como promissor a criação, na Terra, de seres humanoides mais aperfeiçoados a partir de espécies existentes.  Ou seja, precisavam de braços para a execução dos trabalhos mais árduos com o fito de construírem, na Terra, suas bases colonizadoras, tanto quando da exploração mineral.

    Nessa fase da história civilizatória da Terra entra em cena a engenharia genética da qual esses visitantes eram exímios manipuladores.  Fazendo experimentos com genes de suas próprias raças misturando-os aos dos humanoides terrestres, ao longo de muitas e muitas gerações chegaram ao que, em termos bíblicos, seria o Ser à imagem e semelhança dos criadores: o Adão e a Eva, os primeiros humanos da Terra, mescla genética de raça inteligente extraterrestre com raça humanoide terrestre, naturalmente com diferenças morfológicas se comparada à morfologia alienígena, em razão das peculiaridades atmosféricas e magnéticas de nosso planeta.

    Porém, caro leitor, considere que o transcurso dessa colonização alienígena acima descrita não se deu naquela data citada na bíblia, 6.000 anos atrás.  Deu-se muito, mas muito tempo antes.  Centenas de milhares de anos, e até me atrevo a dizer, milhões de anos antes, pois que muitas tragédias destrutivas e períodos de reconstruções, já transcorreram neste cenário do solo que habitamos.

    E para nosso espanto em nossa atualidade, gerações posteriores daqueles colonizadores continuam, permanecem, presentes neste mesmo cenário.  Assistindo-nos.  Vendo no que tem resultado a planificação executada e, quem poderá afirmar, até direcionando nossa atual humanidade, como o fizeram, (e o fazem ?), com as extintas civilizações da Terra.

    Para tanto são detentores de tecnologias milhares de anos à frente das nossas, mas não só no campo da atuação física, também no que concerne aos poderes psíquicos que lhes permite induções mentais sobre nós, os encarnados da Terra.

    Outro fato a conhecer é que estas presenças no cenário local não se compõem de uma só raça, oriunda de um só quadrante galáctico, ou cósmico, mas se compõe de diferentes humanidades extraterrestres provenientes da variadas regiões estelares.

    Isso nos leva a compreender que nossa esfera habitacional, em termos cósmicos, é apenas um cômodo de A Grande Morada.  Incontáveis outros cômodos existem, habitados.  Parafraseando o texto do Novo Testamento: “Na Casa de meu Pai há muitas moradas”, disse o mestre nazareno.   Mensagem essa incompreendida até nossos dias, bem como, mais uma das deturpadas pela interpretação cristã.

    Minha opinião é que estamos numa era que não cabe mais a ingenuidade quanto ao porque e o do como da existência de nossa humanidade.  Não cabe mais continuar acreditando que a magnificência do universo foi criada só para nós, os terráqueos.  Que nesta vastidão cósmica que nossas mentes não conseguem nem imaginar, como habitante, só existe este povinho da Terra, e que tudo o mais serve só de enfeite.  Passa da hora, portanto, de termos mente e olhos abertos, pois que, as transformações mais aceleradas, que a ingenuidade diz serem improváveis, serão sentidas por todos. E de improváveis não têm nada, porquanto transformação é o que de mais natural existe no cosmo.

    Para que melhor possam se atualizar desse expansivo cenário cósmico, nas próximas apostilas estarei reproduzindo os capítulos do livro O Prisma de Lira, mencionado anteriormente, acrescentado de meus comentários.


     

    Apostila escrita por

    Luiz Antonio Brasil

    Poços de Caldas – MG – Brasil

    25 de Abril de 2012

    Distribuição Gratuita de toda a série
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