Não fazer o mal ainda é pouco,devemos fazer todo o bem possível...
Comportamento
– Será suficiente não se fazer o mal, para ser agradável a Deus e assegurar uma situação futura?
“Não: é preciso fazer o bem, no limite das próprias forças, pois cada um responderá por todo o mal que tiver ocorrido por causa do bem que deixou de fazer.”
(Questão 642, de “O Livro dos Espíritos” – Allan Kardec.)
Enquanto a Bíblia – em muitas partes – parece respaldar o consumo de carne, tais passagens não devem ser tomadas fora de contexto.
Ao invés de utilizar o recurso de emergência de Noé (depois do dilúvio, no qual toda a vegetação foi arrasada) tal como se afirma em Gênesis 9:3, uma dieta mais apropriada é a original, que foi enunciada pelo Senhor em Gênesis 1:29:
“E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.”
SUMÁRIO:1. Introdução. 2. Conceito. 3. O Texto Evangélico. 4. Os Sete Itens da Oração Dominical. 5. Conclusão. 6. Bibliografia Consultada.
1. INTRODUÇÃO
O objetivo deste estudo é refletir detalhadamente sobre cada um dos itens que compõem a oração dominical, ditada por Jesus.
2. CONCEITO
Análise – Segundo a etimologia grega, significa decompor e discernir as diferentes partes de um todo, mas também reconhecer as diferentes relações que elas mantêm, quer entre si, quer com o todo.
Pai Nosso – É o mais perfeito modelo de concisão, verdadeira obra-prima de sublimidade na simplicidade. Com efeito, sob a mais singela forma, ela resume todos dos deveres do homem para com Deus, para consigo mesmo e para com o próximo. Encerra uma profissão de fé, um ato de adoração e de submissão; o pedido das coisas necessárias à vida e o princípio da caridade. (Equipe da FEB, 1995)
Pesquisadores e estudiosos sérios tentam constantemente provar a existência de outras forças atuando sobre o organismo.
Sabem que em nossos vasos sanguíneos fluem propriedades semelhantes à eletricidade que os próprios médicos chamam de “Sistema Nervoso Elétrico”.
A ciência médica, cada vez mais, está admitindo que o ser humano é regido por uma espécie de eletricidade semelhante àquela que flui pelos fios de nossas casas.