Projeção Astral - ROBERTO PINEDA

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Projeção Astral - ROBERTO PINEDA


ROBERTO PINEDA, sou brasileiro, filho e neto de imigrantes espanhóis, nasci na cidade de Jaguapitã/PR em 1952,  tenho um filho, casado de 36 anos,  um neto de 10 anos, tenho uma filha casada de 29 anos e um neto de 4 anos.

Sou Administrador de Empresas de fato e de direito, tenho formação acadêmica e fiz cursos extensivos; já administrei várias empresas pequenas, médias e grandes; já trabalhei também como consultor autônomo de empresas. Também fui diretor de entidade classista empresarial durante mais de dez anos. Atualmente moro em Sorocaba-SP

Sou um projetor consciente há muitos anos. Tenho atualmente 59 anos e desde menino me projeto, são, portanto mais de quarenta anos de experiência em projeções. Desde menino minhas projeções começaram a ocorrer de forma involuntária e eu achava que estava morrendo e ficava desesperado.

Contava para as pessoas e elas sorriam incrédulas achando que eu estava imaginando coisas, por isso fui me desenvolvendo sozinho e sem orientação, pois não encontrava ninguém para falar a respeito. Só agora através da internet comecei a fuçar a respeito e descobri que já existe uma ampla literatura a respeito e que já se praticava este fenômeno há milênios.

Estou surpreso também em ver que existe muita mistura de conhecimentos a respeito. São seitas, escolas religiosas antigas, misticismo, fórmulas, etc.

Como até agora me desenvolvi sozinho, procurei sempre agir dentro da lógica e do bom senso, pois nossa mente pode nos pregar peças e enganar, principalmente numa dimensão que nos é praticamente desconhecida (da mente física).

Não sou ligado a nenhum dos institutos de projeção que existem atualmente e discordo de algumas coisas que percebi que eles ensinam. Não sigo, portanto nenhuma “cartilha”, convencionalismo ou linha de pensamento. Também não sigo nenhum tipo de religião.

Quando menino meus pais eram católicos.

Quando adulto li “O Livro dos Espíritos” de Allan Kardec, com cujas ideias me identifiquei, pois muita coisa que eu lia ali eu já havia comprovado e verificado no astral  (ou seja: eu era projetor bem antes de conhecer o espiritismo).

Atualmente tenho simpatia pelo espiritismo, mas vejo com certa estranheza algumas coisas e ideias praticadas em casas espíritas.

Não vejo o espiritismo como religião, como muitos o fazem.

Vejo o espiritismo como um meio de entendimento íntimo e pessoal (aliás, assim como eu, Allan Kardec também relatava o que ele via e descobria).

Lamento quando vejo algumas pessoas dizerem que se “afastaram do espiritismo”, deveriam dizer que se afastaram de Centros Espíritas, com cujas práticas não concordavam, ou então de dirigentes espíritas com os quais não concordavam.

Para aqueles que ainda não entenderam: espiritismo não é apenas frequentar Centro Espírita, práticas mediúnicas e ler livros espíritas.

Como projetor posso de certa forma vivenciar a situação de espírito no mundo astral e ver por mim mesmo como certas coisas funcionam. Gosto de investigar as coisas no astral e conhecer meu próprio espírito.

Quero e busco incessantemente descobrir os “segredinhos” da vida. Não gosto de “comer pelas mãos dos outros”.

Não gosto de ser enganado. Gosto de fazer as constatações por mim mesmo.

Não sou o tipo de projetor que sai correndo quando vê um “disco voador”, pelo contrário, vou atrás para descobrir o que é…  ( por isso sei o que são ). Tenho necessidade íntima e pessoal de investigar, pesquisar, descobrir, analisar, compreender…

Quero descobrir quem somos o que somos, como somos, para quê e por quê fomos criados…

Quero conhecer esse “serzão” que constitui nosso eu…

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