Kardec (Em Espírito) Corrige "O Livro Dos Espíritos"

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Kardec (Em Espírito) Corrige "O Livro Dos Espíritos"

Começamos hoje a publicar aqui no site o estudo da Codificação Espírita sob a óptica dos Atributos de Deus.

O conteúdo é extraído da Fonte - http://blogdosespiritos.com.br

O resultado deste trabalho, que se estendeu por mais de cinco anos e contou com a participação de um grupo de médiuns dirigidos pelo autor, Rosino Caporice, está no livro Kardec (em Espírito) corrige “O Livro dos Espíritos”.

São 36 capítulos com temas variados, desde as influências de época na obra de Kardec, passando pelo sincretismo da mitologia com o próprio Espiritismo e pela nova visão do Deus Amor —o Pai que Jesus nos trouxe e que a Revelação Espírita deve restabelecer.

O estudo será publicado aqui e poderá ser visto no Blog, capítulo a capítulo, mas o livro pode ser adquirido na íntegra, em formato brochura (375 págs.) no site Clube dos Autores —basta clicar na capa do livro, acima.

 

Caro leitor, talvez você estranhe os nomes Allan KardecEspírito da Verdade na apresentação do livro Kardec (em Espírito) corrige “O Livro dos Espíritos”.

Nós entendemos bem isso, devido ao processo de idolatria que se criou nos meios Espíritas com relação a eles. Nós também tivemos o mesmo sentimento quando esses queridos amigos se nos apresentaram.

Porém, a qualidade de suas comunicações, bem como o teor vibratório de suas presenças, quebrou nossa resistência.

Demonstraram eles a necessidade de se corrigir erros contidos na Codificação, explicando que tal trabalho deveria ser feito por encarnados, muito embora estivessem sempre ao nosso lado nos inspirando a corrigir os erros, e também a melhorar as explicações.

Para aperfeiçoar tal trabalho tiveram o cuidado de nos dar comunicações pela transmentação, para que estudássemos e as aproveitássemos aqui. Transmentação nada mais é que um processo espiritual de comunicação direta, mente a mente, ou ainda uma forma de telepatia espiritual.

Deram-nos como meio de controle os atributos de Deus, explicados por Kardec em sua obra “A Gênese” no item II, Autoridade da Doutrina Espírita, e de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, que explica que os Espíritos realmente evoluídos têm todo cuidado em respeitar nossa velocidade de assimilação, quanto às revelações feitas, pois cada coisa deve vir a seu tempo.

Não tivemos nenhuma dúvida em aceitar tal método de avaliação, como uma ferramenta que, se bem usada, poderia reduzir a zero os erros, embora nossa grande imperfeição.

E o mais importante é que elas estão na própria Codificação.

Quanto à presença de Kardec, sabemos que ainda existem Espíritas que estão tentando encontrar onde e como o Codificador reencarnou.

Para nós, desde que estamos na Doutrina, há quarenta e seis anos, nunca ficou nenhuma dúvida que nosso querido Chico Xavier era a reencarnação de Allan Kardec.

Mas, como ele mesmo sempre deixou muito claro, a melhor forma de avaliarmos a qualidade do Espírito comunicante era a qualidade de sua comunicação, eventuais dúvidas ou resistências quanto à realidade de suas presenças desapareceram por completo, e fomos ao trabalho.

Quando perguntamos ao Espírito da Verdade o porquê de seu desaparecimento após o desencarne de Kardec, disse-nos que era necessário deixar de interferir de forma direta, para respeitar o animismo cultural da humanidade, que deveria passar por todos os problemas que passou.

Qualquer intervenção dele deveria ser perfeita, e isso seria o mesmo que interferir no livre-arbítrio coletivo, pois pelas soluções que indicaria, seria o mesmo que fazer o trabalho por nós, ao mesmo tempo em que impediria a existência de condições que levariam muitos a corrigir seus “males” e pudessem permanecer aqui na Terra. Isto está melhor explicado mais à frente.

Quanto a sermos nós a executar este trabalho, disse-nos termos sido amigo de Kardec em passada reencarnação, e tínhamos o conhecimento doutrinário necessário para a execução do mesmo, além de sermos desconhecidos nos meios espíritas, fato que nos daria a tranquilidade que precisaríamos.

Ainda, que ele sabia que mesmo com alguma resistência, acabaríamos por aceitar esta incumbência.

Quanto às possibilidades dele se comunicar e como faz isso, está explicado em capítulo sobre este tema.

Por fim explicou que este trabalho precisaria ser feito por encarnados, para que todo nosso atavismo cultural fosse respeitado, mesmo com a assessoria dele e de Kardec.

Como idólatras e míticos que por um bom tempo fomos, achamos melhor dar estas explicações aqui no começo, para que você leitor saiba o que fazer.

Acredite: esta obra jamais, pelo seu conteúdo, poderia ser nossa somente.

Se você tiver a necessária calma para ir em frente, nem que seja apenas para criticar, você acabará vendo que não perdeu o seu tempo.

Só para esclarecer, a ideia inicial era corrigir todos os livros da Codificação. Porém notamos que somente a correção de “O Livros dos Espíritos” seria suficiente para demonstrar que há sim erros que não respeitam os atributos de Deus nesta fase da Revelação Espírita, ou seja, a Doutrina Espírita, apesar dos exemplos de outros livros, que foram dados. Quanto a estes, ficará fácil notar os erros.

Rosino Caporice
São Paulo, 15 de Agosto de 2014


Na manhã do dia 5 de maio de 2015, chegou a público no plano físico da Terra a concretização da última fase da Revelação Espírita, com a publicação do livro Kardec (Em Espírito) corrige “O Livro dos Espíritos”.

Escolhemos a mostarda como símbolo desta nova fase da Revelação pelo seu teor de simplicidade. Jesus não foi o mestre das ideias complexas. Homem simples, dado a conviver com os simples, exemplificou no grão da mostarda o tamanho da fé de que nós, seus aprendizes, poderíamos lançar mão para mover as montanhas de nossa ignorância, de nosso orgulho e de nosso egoísmo para as paragens renovadoras do Reino dos Céus.

Hoje, com a Ciência, sabemos que o Reino dos Céus é todo o Universo. E que somos parte dele. Como entender, porém, a tamanha convulsão que vai pelo mundo, então?

As religiões há muito perderam sua capacidade em responder a esta equação. E o Espiritismo, envolto em seu nascedouro e posterior migração para o Brasil pela mesma mitologia que envolve as igrejas cristãs, terá sua capacidade consoladora também diminuída se não deixar para trás a antiga visão terrorista de Deus. O Deus à imagem e semelhança do homem —este Deus que julga, castiga, humilha e pede culto a si mesmo— não tem mais espaço no coração da civilização atual. Cerimônias, rituais e formalidades também o afastam da simplicidade, do grão de mostarda realmente capaz de tocar corações e transformar o homem para o bem.

Os milhões de Espíritos que encarnarão neste século para completar a transição para o Mundo de Regeneração já trarão erguido, em seus corações, o verdadeiro templo que Jesus mostrou a todos nós: o amor ao próximo, a Caridade. Para eles, mas principalmente para aqueles que ainda sentem-se sedentos de compreender o Amor e a Justiça de Deus na realidade do plano físico, é que endereçamos estas linhas.

Com elas, esperamos atingir a mente e o coração de homens e mulheres de boa vontade, completando a tarefa que Jesus nos concedeu há mais de cinco séculos, que seria implantar sua Doutrina de Amor no Coração do Mundo, e fazer da Pátria do Evangelho o Sol a irradiar a Era do Espírito para o Novo Mundo.

Ainda imperfeitos que somos, pedimos ao leitor a devida compreensão por nossas limitações, na esperança de que nosso óbolo contribua, de coração, em saciar aqueles que buscam a verdade.

Com Deus, Cristo e Caridade,

Allan Kardec/Chico Xavier​
Mensagem psicodigitada pelo médium Francisco Madureira em São Paulo, em 5/5/2015


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