Leite, porque não beber...?

    O lado secreto do Leite

    Tomar leite é saudável?

    Sim, o leite é o "alimento perfeito" da mãe natureza... para um bezerro, que nasce com 35 kg, de uma mãe com 200 kg, até que seja desmamado!

     

     

    Assista ao vídeo do Dr. Lair Ribeiro que fala sobre Leite.


    Dr. Jaime Brüning fala sobre Leite, Veja Aqui!


    Tudo o que você sabe sobre leite de vaca e laticínios é, provavelmente, parte de condicionamentos culturais e MITO da indústria leiteira.

    O leite de vaca é um fluido insalubre de animais, na maioria das vezes, doentes que contém uma gama ampla de substâncias perigosas e causadoras de alergias, intoxicações e doenças, com efeito prejudicial e cumulativo sobre todos os humanos que o consomem.

     

     

    TODO leite de vaca contém 59 hormônios ativos, vários alergenos, gordura saturada e colesterol.

    A maior parte do leite de vaca contém quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus.

    O leite da vaca pode conter ainda resíduos de tudo o que a vaca come, inclusive coisas como radiativos de testes nucleares.

    E, muita adrenalina e dorpois a vaca escuta o seu bezerro chorar 24 horas/dia, já que o leite que seria do bezerro é praticamente todo direcionado para o consumo humano.

    O leite de cada um dos mais de 4.700 mamíferos da face da terra é formulado especificamente para a sua espécie.

    Neles encontramos lactoferrinas e imunoglobulinas, agentes imunizantes específicos de cada animal, que funcionam como alergenos para seres humanos.

    Combustível de tumores


    Daqueles 59 hormônios do leite, um é o poderoso hormônio do CRESCIMENTO chamado IGF-1 (Insulin-like Growth Factor One - Fator de Crescimento similar à Insulina).

    Por uma curiosidade da natureza ele é idêntico no leite das vacas e dos humanos. Considere que este hormônio serve de "combustível" para qualquer crescimento acelerado, entre eles os tumores e cânceres.

    A medicina já considera que o IGF-1 é um fator-chave no crescimento rápido e na proliferação dos cânceres de seio, próstata e cólon (intestino grosso), e suspeita-se que, provavelmente, pode promover TODOS os cânceres, entre eles os de estômago.

    IGF-1 é componente natural de TODO leite, pois sua função é exatamente que o recém-nascido cresça com rapidez. Nós consumidores e responsáveis pelas crianças não pensamos a esse respeito, porque não temos a mínima idéia do problema, assim como muitos pediatras e médicos.

    Ver em http://www.notmilk.com/igf1time.txt - uma cronologia)

     

    MAIS DE IGF-1 --- A linha do tempo

    1979 cientistas descobriram IGF-I.

    1989 Os cientistas aprenderam que o IGF-I produz efeito idêntico no corpo da vaca e no corpo humano.

    1994 FDA encontrou a maior polêmica de sua história com a aprovação do hormônio de crescimento bovino genéticamente conhecido como BGH (aka BST).

    Quando esse hormônio é injetado em vacas, os níveis de IGF-I aumentam a produção de leite em níveis que variam de 7 a 40%.

    1998 IGF-I foi identificado como fator chave no crescimento e na proliferação do câncer de próstata (Ciência - Janeiro, 1998) e câncer de mama ("The Lancet" - Maio, 1998). 

    1999 IGF-I foi identificada como o fator chave para o crescimento do câncer de pulmão (Journal of National Cancer Institute - Janeiro, 1999).

    O Jornal da American Dietetic Association (Page 1231) disse o seguinte sobre os níveis de IGF-I em pessoas que bebem leite.

    "Os níveis séricos de IGF-I (glicemia) aumentou significativamente no grupo do leite. Um aumento de cerca de 10% acima do valor inicial -, mas manteve-se inalterada no grupo de controle".

     

    MONSANTO e o Posilac


    A indústria química Monsanto, investiu cerca de meio bilhão de dólares para inventar uma injeção que fizesse as vacas produzirem MAIS leite.

    Com esta injeção as vacas aumentam sua produção de leite de 10 a 40%. Que loucura: dá para ser saudável um alimento obtido com tal crueldade?

    E, o Posilac induz um aumento na concentração natural de IGF-1 em até 80%.

    E mais, com este aumento de produção, aumentam os quadros de mastite, portanto infecções, sangue e pus no leite.

    A solução?

     

    Antibióticos, que ao final terão também seus resíduos no leite.

    O FDA (Departamento que regula a liberação de Alimentos e Remédios nos EUA) insiste que o IGF-1 é destruído no estômago.

    Se isso fosse verdade, o FDA acaba de informar que amamentar é inútil, porque, dispensando esta informação do capitalismo selvagem, este fator de crescimento FAZ o bezerro e todos os bebês crescerem (com a rapidez que pretende a mãe natureza), mesmo com o seu leite passando pelos seus estômagos.

    Digamos que, realmente parte deste IGF-1 seja destruído pelo estômago dos não-bebês, mas certamente parte permanesce ativo pois, como explicar a altura (e pés grandes) da geração já rotulada de " geração iogurte", alimentada com leite achocolato, danoninho, yakult, etc?

     

    CÁLCIO - E o Magnésio?


    Onde as vacas arranjam cálcio para seus pesados ossos, fartos músculos e leite para seus bezerros de 35 kg?

    Sim, das plantas!

    O cálcio que consomem das plantas vem acompanhado de farta quantidade de magnésio (presente na clorofila), fundamental para que o organismo assimile corretamente o cálcio.

    O leite de vaca tem três vezes mais cálcio que o leite humano.

    Mas não importa, são números que não dizem muito, porque para o cálcio ser assimilado PRECISA haver quantidade equivalente de MAGNÉSIO, como existe nas folhas verdes que as vacas comem.

    O leite só tem magnésio suficiente para que se absorvam cerca de 11% do cálcio total (33 mg/xícara).

    A questão é que enquanto a vaca amamenta seu bezerro, ela segue comendo folhas verdes, que complementam a proporção ideal de magnésio.

    Boa idéia para as mães que amamentam, tomarem seus sucos verdes uma ou mais vezes/dia.

    Ou seja, o melhor substituto do leite são os SUCOS VERDES.

    Precisamos esquecer que leite, depois da fase de amamentação, precisa ser branquinho: ele precisa mesmo é ser verdinho!

    Curioso: as nações com maior de consumo de leite e laticínios também têm o maior índice de osteoporose e fraturas ósseas.

    Prova? Que tal um estudo controlado de 78.000 enfermeiras num período de 12 anos?

     

    PROTEÍNA & O MITO


    O leite pode ser considerado "carne líquida" por causa de seu alto conteúdo de proteína que, em conjunto com outras proteínas, pode na verdade TIRAR cálcio dos ossos e dentes.

    Pois a digestão da proteína animal exige grande produção de ácido clorídrico, que irá seqüestrar sais ricos em cálcio, magnésio e ferro, acidificando todo o metabolismo, desmineralizando-o por completo.

    Países que consomem dietas ricas em proteínas de origem animal (carnes, leite e laticínios) apresentam as taxas mais altas de osteoporose e fraturas ósseas.

    Dividido em seus grupos básicos, LEITE INTEGRAL é: 87% de água + 3,25% de Gordura + 4% de Caseína + 1% de outras proteínas + 4,75% de outras substâncias.

    Assim, 80% da proteína do leite é a caseína.

    Mas, a caseína é um alergeno poderoso, uma histamina que ativa – via reação alérgica - a produção de grande quantidade de muco.

    Ou seja, quanto maior o consumo de lácteos, maior será a produção de mucos, meio de cultura para microorganismos oportunistas=inflamações, que desencadeiam infecções.

    Dá-lhe antibióticos!

     

    DIABETES


    A proteína lactalbumina já foi identificada como fator-chave da diabetes, sendo o motivo fundamental para NÃO se oferecer leite de vaca aos lactentes.

    PASTEURIZAÇÃO - HOMOGENEIZAÇÃO - BACTÉRIAS e PUS


    Normalmente o leite é pasteurizado (72°C/15 segundos e resfriamento instantâneo), porém, ao voltar à temperatura ambiente o número de bactérias no leite DOBRA a cada 20 minutos.

    Pasteurização? Ledo engano!

    Cada ml de leite de vaca comercial pode ter até 750.000 células somáticas (conhecidas como pus) e 20.000 bactérias vivas, antes de ser retirado do mercado.

    Isso chega a espantosos 20 milhões de bactérias vivas e a 750 milhões de células de pus/litro.

    A Comunidade Européia e o Canadá só permitem 400.000.000 células de pus/litro.

    Em geral esses níveis são mais baixos, mas não admira colocarem soda para a conservação do leite.

    A homogeneização (processo mecânico para evitar a formação de nata), quebra moléculas grandes de gordura em partículas menores que PASSAM para a corrente sangüínea!

    Isso se transforma numa auto-estrada para quaisquer toxinas carreadas pela gordura (chumbo, dioxinas etc.) chegarem a seus órgãos que, antes, eram os mais bem protegidos.

     

    DOENÇA DE CROHN


    A paratuberculose por micobactérias provoca uma doença bovina conhecida como "Mal de Johne".

    Vacas diagnosticadas com esta doença têm diarréia e intensa eliminação fecal de bactérias.

    Estas bactérias se multiplicam no leite, e não são destruídas pela pasteurização.

    Às vezes, as bactérias vindas do leite passam a crescer no hospedeiro humano, e daí resulta a Síndrome do Intestino Sensível ou Doença de Crohn.

     

    EFEITOS CUMULATIVOS


    Como isso afeta seres humanos que consomem diariamente leite de vaca e laticínios ao longo de toda sua vida?

    Alergias Respiratórias (maiores vítimas são as crianças), alergias de pele e outras, obesidade, doenças cardiovasculares, câncer, problemas digestivos, diabetes, resistência a antibióticos, problemas comportamentais e quadros de intoxicação generalizada, fazendo com que tudo isso acabe armazenado na gordura HUMANA...

    Os que resistem a acreditar devem ler mais, se informar e perceber que a MAIORIA da população mundial NÃO tolera a lactose.

    Até 95% da população negra e cerca de 53% dos hispânicos.

    Abaixo o mito de que o leite de vaca é o alimento perfeito da natureza para seres humanos!

     

    QUESTÃO DE BOM SENSO

     

    Onde estava esta campanha maciça de "leite é o máximo" antes da refrigeração, da pasteurização e do transporte em massa?

    Quando as vacas produziam só o leite segundo a necessidade natural do seu bezerro, a "sobra" era rapidamente transformado em MANTEIGA e um queijinho!

    Agora que as mesmas vacas foram "bombadas" com injeções de Posilac para produzir até 40% a mais de leite/dia (seguem as pesquisas de novas drogas), de repente os lácteos se tornaram um "alimento básico" do cotidiano. COMO É QUE É?

    E para aumentar o engodo, agora está na moda o SORO do leite, que é a SOBRA fétida obtida após a extração da GORDURA e CASEÍNA do leite.

    Os principais componentes do soro são a albumina sérica bovina e a lactoalbumina.

    Há outros hormônios contidos no soro, além de todas as impurezas solúveis em água: do leite e do processo industrial.

    A indústria "do ganhar dinheiro" não pode parar.

    Efeito dominó sabe? Usam a expressão sustentabilidade para justificar a industrialização do soro do leite e não contaminar os rios.

    Mas a real sustentabilidade é não consumir lácteos, daí não existirá soro, lixo a ser usado como envenenamento final.

    Não existirá a indústria da doença, sendo os problemas respiratórios (mucos) a segunda maior causa da mortalidade infantil.

    A primeira causa são os problemas congênitos, que, considerando os hábitos alimentares das mães, sei não!?!

     




    Leia mais aqui sobre Leite!

    Leia aqui mais sobre Leite!

    Leia mais aqui sobre Leite!

     

     

      


     

    A Osteoporose e os Suplementos do Cálcio



    Uma das poucas áreas da nutrição na qual a sociedade deu especial importância e cuidado inclui o cálcio.

    Talvez como parte do saudável instinto materno, presente na alimentação dos filhos.

    Cuida-se das crianças em crescimento como também das mulheres que sofrem de osteoporose. 

    Lamentavelmente, existe um enorme mal-entendido sobre as propriedades do leite aliada à ignorância popular, fazendo com que sejam ocasionados mais problemas que soluções.

    mito formado ao redor do cálcio é tão incrível que, ante o temor da falta deste importante mineral,recorremos aos suplementos que são vendidos normalmente em farmácias, ou ao consumo do leite de vaca.

    Os adultos pagam altos preços pelos comprimidos e as crianças, são constantemente forçadas a beber vários copos de leite por dia; em ambos os casos, isto só piora a saúde.

    Por outro lado, as estatísticas nos dizem que, em média 68% da população necessita de cálcio na sua dieta.

    E mais, que o índice de perda da massa óssea na mulher moderna é muito mais elevado que o de nossos ancestrais, mesmo que alguns tratamentos ainda não estivessem disponíveis, como administração de comprimidos de cálcio ou terapia de restituição hormonal (TRH).

    A vasta maioria dos suplementos de cálcio, facilmente encontrados em farmácias, ou contêm baixo teor de carbonato de cálcio em sua fórmula, ou o consumidor deverá dar-se ao trabalho de ler o que dizem as pequeninas letras nas especificações da fórmula.

    Deve-se saber que o carbonato de cálcio é o nome técnico com o qual se denomina o giz.

    Considerada fonte de cálcio, de baixo custo, obtido em minas de pedra caliza. 

    Portanto, é uma fonte mineral e inorgânica e não está presente nos animais ou plantas.

    Inconvenientemente, o giz é mal absorvido pelo organismo, favorece o risco de formação de cálculos renais, calcificações nas mamas, podendo depositar-se nas articulações, causando artrite.

    Sua eficiência como suplemento foi seriamente questionada, por ser pouco absorvido.

    E até existem estudos que mostram aumento da perda do cálcio na urina de mulheres, associado aos níveis de acidez estomacal.

    Assim mesmo, a maioria dos suplementos de giz não é devidamente refinada e pode conter níveis tóxicos de chumbo.

    À exceção dos efeitos adversos mencionados - como a dificuldade de absorção do giz pelo organismo - podemos citar que existem demonstrações de que 500 mg. de citrato de cálcio por exemplo, é muito melhor absorvido que 2.000 mg. de carbonato de cálcio.

    Algumas apresentações de suplementos de cálcio:

    - Gluconato e lactato de cálcio - Pode conter níveis "permissíveis" de chumbo.

    - Cloridrato de cálcio - não recomendado, por ocasionar irritação no trato digestivo e ser contra-indicado nos casos de insuficiência renal.

    - Citrato de cálcio - é a apresentação mais disponível, inibe a formação de cálculos renais e produz baixa na pressão arterial. Como suplemento seria o único recomendável.

    Por outro lado, voltando ao tema anterior, o leite, podemos dizer que o culto à este alimento, é um mito muito difundido e difícil de apagar da mente coletiva.

    Talvez nossa lactância instintiva, tenha sido um legado de amamentação condicionada na psique,estendendo-se além do necessário.

    Tanto se nos lavou o cérebro com a "importância" do leite, que é possível que levemos algum tempo até que a população tenha uma perspectiva mais equilibrada e objetiva sobre este tema.

    Torna-se muito importante incluirmos na dieta, adequados níveis de cálcio, porém o tema é mais complexo do que parece ser.

    O que coloca o cálcio nos ossos e o quê o retira?

    Podemos estar consumindo suficientes quantidades deste mineral, mas não necessariamente estamos absorvendo-o.

    Existem pessoas que continuamente estão em processo de descalcificação, mesmo após consumirem suficientes doses de cálcio na dieta.

    Na China, por exemplo, consome-se em média, 500 mg. de cálcio diariamente, enquanto que os EEUU consomem 1.200 mg. 

    Curiosamente, a China não é um país cujos habitantes normalmente padeçam de osteoporose, e, paradoxalmente, os EEUU é líder entre os países que sofrem com a doença, ao lado da Finlândia e Dinamarca. 

    Isto nos leva ao fator acidez, bem como à acidose no sangue.

    A acidose do sangue é um mal muito difundido na sociedade moderna. 

    As pessoas com maus hábitos alimentares, a maioria da população tem um excessivo nível de acidez no sangue devido à dieta rica em carnes animais, açúcares, farinhas refinadas, refrigerantes, produtos lácteos, álcool e o uso de cigarros.

    Muitas destas pessoas consideram ter uma boa dieta e que seus sintomas se devem a outras causas, como o estresse. 

    Entretanto, na realidade sofrem com o que podemos chamar de uma acidificação crônica do sangue.

    Sintomas de acidificação do sangue:

    Fadiga crônica
    - Tendência à depressão
    - Gengivas inflamadas e sensíveis
    - Cáries e fragilidade dos dentes
    - Alopecia e cabelo sem brilho
    - Ardor e coceira no reto e vias urinárias
    - Pele seca
    - Unhas frágeis e manchadas
    - Câimbras e espasmos musculares
    - Facilidade para desenvolver infecções
    - Ciática
    - Problemas articulares
    - Dificuldade para recuperar-se
    - Halitose (mau-hálito) e sabor ruim na boca pelas manhãs


    O equilíbrio ácido-alcalino, o pH do sangue e meio interno, está regulado pelo nosso próprio organismo, mas também se vê afetado pela dieta.

    A acidose é responsável diretamente, ou fator agravante em numerosas condições debilitantes como:osteoporose, desordens nervosas e emocionais, cálculos renais, gota, artrite e baixa imunidade.

    Ter sangue ácido significa efeitos corrosivos poderosos sobre os tecidos e ossos, e os expor a uma contínua desmineralização.

    O alimento ácido é gerador de mucosidades e o excesso destes, cria oportunidades para o desenvolvimento de vírus e bactérias. 

    Podendo surgir, a partir de então, resfriados, sinusite e problemas intestinais.

    O sangue deve ter um pH ligeiramente alcalino (7,3 a 7,5). 

    Quando não se atinge este nível, nosso organismo o obtém dos ossos, unhas e outros tecidos essenciais.

    Uma função primordial do cálcio é neutralizar e restabelecer o pH do corpo. 
    Quando se consome comida acidificante em excesso, nossas reservas de cálcio existentes nos dentes e ossos são acionadas para corrigir este desequilíbrio. 

    As dietas ricas em ácidos (carnes e açúcares) fazem com que, continuamente, utilizemos nossas reservas de cálcio, como se mergulhássemos os ossos em vinagre e os expuséssemos a uma contínua corrosão e desmineralização.

    Quando falamos em alimentos acidificantes, não devemos pensar em limões ou laranjas. 

    Acidificante, neste contexto, refere-se ao efeito da comida no sangue, uma vez concluída a digestão.

    Faz parte dos alimentos considerados alcalinos, ou seja, que combatem a acidose: as frutas, as verduras e os cereais integrais. 

    Os alimentos acidificantes são: o leite, queijo, carne, frango, peixe, açucares e farinhas refinadas. 

    Os produtos lácteos, com exceção da manteiga, são extremamente acidificantes.

    Na realidade, quando os produtos cítricos passam pela corrente sanguínea causam um efeito alcalinizante; a melhor medicina para a acidose do sangue é a cura através do limão, ou citroterapia.

    A citroterapia consiste em beber o suco do limão em jejum.

    Posso dar 2 formas de preparo:

    1) Como sugere o autor Sacha Barrio, tomar em jejum o suco de cinco limões, diluídos ou não em água. 
    Cada dia se aumentará um limão, até chegar a dez limões, reduzindo-se depois diariamente um limão até chegar aos cinco originais. 

    2) A outra forma é como nos fala Conceição Trucom, química, cientista escritora brasileira do livro "O poder de cura do limão" quem nos fala da Terapia Intensiva de 19 dias, que começa pela ingestão do suco de um limão no primeiro dia e vai aumentando-se a dose diária com 1 limão, ao longo de dez dias sucessivos, até fazer o total de 10 limões no décimo dia. 
    No décimo primeiro dia decrescem as doses em igual proporção, reduzindo 1 limão a cada dia, até que no décimo nono dia a ingestão é o suco de apenas 1 limão. 

    Para maior informação o site é: http:// www.docelimao.com.br


    Este é também um excelente estímulo para o fígado, por combater a varicose, fluidificar o sangue, proporcionando um pH alcalino.

    Além disso, oferece abundantes doses de vitamina C, purificando o sangue, e os órgãos nutridos por ele.

    As principais comidas que produzem acidose são as proteínas.

    Calcula-se que por cada 10 gr de proteína animal que se consome, 100 mg de cálcio são perdidos na urina. 

    A dieta característica do homem moderno deriva o 90% de suas calorias de comidas acidificantes. 

    Outro importante grupo de alimentos acidificantes são os açucares refinados. 

    Temos por exemplo, que:

    -O mel é alcalino e o açúcar branco é altamente acidificante (melhor consumir açúcar mascavo)

    -Os grãos mais alcalinos são o arroz integral, trigo; mas a farinha branca é altamente acidificante.

    -As carnes e embutidos são acidificantes.

    -Os azeites pressão o frio (Oliva extra virgem, Sacha Inchi) são alcalinos.

    Vivemos na era dos alimentos refinados: a sal marinho se converte em sal refinado, o grão de trigo em farinha branca, a cana de açúcar em cristais de açúcar, os azeites de oleaginosas em margarinas light, o milho em corn flakes, o ovo em maionese, o tomate em catchup.

    Assim, inumeráveis produtos já não se conseguem em estado natural: se fervem, cozinham, processam, extraem, saborizam e preservam os alimentos até a morte; se tira todas as vitaminas, minerais, enzimas e ácidos grassos essenciais.

    Depois, por separado, nos vendem suplementos e vitaminas em milhares de produtos e preços. 

    Uma razão, independente da cafeína, por a que bilhões de pessoas tomam café na manhã, incluindo a aquelas que são totalmente inoperantes antes de ter tomado seu imprescindível café, é porque faz um imediato efeito alcalinizante sobre a sangue, e nos da o antídoto para a acidose.

    Mas estamos falando do café natural acabado de fazer, não o café instantâneo.


    A conexão entre o excessivo consumo de proteína e perda do cálcio é conhecido pela ciência há mais de 50 anos; mas, pouco se faz por difundir esta informação. 

    Um estudo realizado com 1600 mulheres demonstrou que as que estavam com uma dieta vegetariana tinham só 18% de perda de massa nos ossos, comparado com 35% de perda em aquelas que consumiam carne vermelha.




    A carne vermelha, rica em fósforo, compete com o cálcio e bloqueia sua absorção.

    Em resumo, a acidose da sangue é um importante promotor da desmineralização dos ossos e tecidos. 

    Do livro: "A gran revolucion de las grasas"
    Autor: Sacha Barrio Healey
    Tradução: José Sayan

    Nenhuma doença tem uma única causa e nem pode ser realmente curada até se descobrir todas as suas causas: o que a provoca, as diferenças de pessoa para pessoa.

    Ou seja, uma mesma causa pode gerar diversas doenças, que dependem de outras condições (atenuantes ou agravantes) que possam estar combinadas, bem como de cada pessoa em particular, inclusive de cada momento da mesma pessoa.

    Isto é facilmente perceptível no caso das doenças causadas pelos laticínios.

    Muitas vezes é suficiente eliminar por completo o consumo de laticínios para que desapareçam em um curto prazo as doenças que relacionamos mais abaixo, o que é uma prova da co-relação e da causa e efeito.

    Isto pode ainda ser reconfirmado com o retorno do consumo de laticínios, que mesmo mínimo ou ocasional, a doença reaparece.

    Mas, se não for suficiente a eliminação dos laticínios da dieta para acabar com a doença, deixando os laticínios, pelo menos, não estaremos jogando mais combustível na fogueira.

    O desafio então será procurar todas as outras causas que contribuem à doença e desenhar a melhor estratégia para eliminá-las e assim permitir que, em forma complementar, torne a operar plenamente a Força Natural da Saúde e auto-cura.

    Experimente eliminar completamente os laticínios da sua dieta pelo menos durante três meses, e tire suas próprias conclusões. Seu corpo certamente não irá lhe mentir.

    Mas por favor, não deixe de consumir os laticínios sem deixar de consumir os produtos à base de carne, nem deixe a carne sem deixar os laticínios, porque o remédio pode ser pior do que a doença.

    Se você acredita que os laticínios são insubstituíveis para a contribuição do cálcio, só responda a seguinte pergunta: de onde a vaca tira o cálcio existente no leite?

    As fontes vegetais são melhores do que as fontes animais, também para seres humanos, incluindo o bebê, com exceção do leite da sua mãe.

    Também não fique com temor da osteoporose pelo fato de deixar de consumir laticínios, pois no lugar de evitá-la, os laticínios são parte da causa desta doença.

    As provas são irrefutáveis.

    O estudo Cornell, a maior investigação científica de nutrição da história, feita pela Universidade Cornell de Oxford, e pelo Ministério da Saúde da China, revelou que em áreas rurais da China, onde não se conhecem os laticínios, quase não há registros de casos de osteoporose.

    E que onde se concentra o maior consumo de leite no mundo (Suíça, França, Dinamarca, EUA, etc.) é exatamente onde existe maior número de casos de osteoporose.

    Tem sido demonstrado que os laticínios tiram muito mais cálcio do que fornecem, e que o cálcio “assimilado” é depositado em locais inadequados: bicos de papagaio na artrite, calcificações nas juntas e mamas, pedras nos rins e cálculos biliares, placas de osteroma calcificadas que causam obstrução nas artérias, cataratas nos olhos, etc.

    Se o seu médico não concorda com esta visão dos problemas de consumo dos laticínios, convide-o para que se atualize, mas procurando informações realistas e independentes de interesses comerciais.

    Saiba que, em última análise, você decide, porque o corpo é seu, porém não se esqueça de que aprendendo a se alimentar, você poderá fazer muitos pratos deliciosos sem laticínios e sem carne, para continuar desfrutando da vida e seus prazeres, durante mais tempo e com melhor saúde.

    Vejamos as doenças que direta e indiretamente podem estar sendo causadas pelo consumo de leites e derivados de origem animal.

    1. DOENÇAS RESPIRATÓRIAS
    2. DOENÇAS DIGESTIVAS
    3. DOENÇAS GENITOURINARIAS E MAMÁRIAS
    4. DOENÇAS NEUROLÓGICAS, ALÉRGICAS E AUTO-IMUNE
    5. DOENÇAS DA pele, cabelos, unhas E tecidos CELULARES SUBCUTÂNEO
    6. DISLIPIDEMIAS E DOENÇAS CARDIOVASCULARES
    7. DOENÇAS INFECIOSAS
    8. DOENÇAS ENDÓCRINAS
    9. CANCRO, tumores E doenças HEMATOLÓGICAS BENIGNOS
    10. DOENÇAS OFTALMOLÓGICAS E OTORRINOLARINGOLOGICAS
    11. DOENÇAS REUMÁTICAS OSTEOARTICULARES
    12. OUTRAS doenças COMO AIDS sem HIV

    Tipos dos mecanismos fisiopatológicos que geram estas doenças a partir do consumo de produtos lácteos:

    • * Reações alérgicas vinculadas com suas proteínas;
    • * Auto-imunidade e esgotamento imunológico relacionado com suas proteínas;
    • * Desenvolvimento de ambiente propício aos micróbios pelo excedente protéico (sementeira);
    • * Depósitos múltiplos, anômalos do excedente das proteínas, como bactérias e fungos (por exemplo por uso imprudente de antibióticos ante estas infecções). Também depósitos de cálcio em lugares múltiplos e anormais (pontas de papagaio, cálculos, calcificações mamárias,etc.);
    • * Gorduras saturadas e colesterol, por ação direta e indireta;
    • * Hidratos de carbono, como a conhecida intolerância à lactose;
    • * Outros componentes naturais: fator do crescimento epitelial responsável na geração da maioria dos cancros, toxicidade por excesso de vitamina D, fator X ou Xantino Oxidasa, mais importante que o colesterol e os triglicérides como fator causador de infartos e arteriosclerose;
    • * Vírus, bactérias, fungos ou parasitas presentes nos laticínios;
    • * Aditivos e conservantes nos laticínios e suas embalagens;
    • * Contaminantes naturais como por exemplo aflatoxinas;
    • * Contaminantes dos tratamentos feitos às vacas, como alimentos e rações (transgênicos ou pastos contaminados), antibióticos, hormônios, DDT, etc. e;
    • * Roubo de nutrientes (cálcio, outros minerais, vitaminas e proporção inadequada, cálcio/fósforo).

    Texto traduzido e adaptado por Conceição Trucom do artigo em espanhol: Leite, queijo, outros laticínios, e as 100 doenças que causam - Por: Dr. Jorge Esteves

    Publicado na revista Argentina Holisticamente - Ano 1, 1 ª edição (7/10/97), página 15 a 18

     


     

    Mais vídeo sobre Leite.

     

     

     

    © 2019 VEG11 - Alimentação e Espiritualidade - Vegetarianismo
    Menu Principal