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Era Uma Vez III
Índice do Artigo
Era Uma Vez Um Espírita III
9º - Contrariou a Lei do Amor.
E o carma da crueldade gerado?
10º - Negou a essência da doutrina espírita.
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Era Uma Vez Um Espírita III

 

8º - Retardou a sua evolução.

 

 

Os animais, evidentemente, possuem alma — embora ainda não tão desperta como a humana.

É o que diz O Livro dos Espíritos — por exemplo, na questão: 600.


Sobrevivendo ao corpo em que habitou, a alma do animal vem a achar-se, depois da morte, num estado de erraticidade, como a do homem?

Fica numa espécie de erraticidade, pois que não mais se acha unida ao corpo (...) O (espírito) do animal, depois da morte, é classificado pelos Espíritos a quem incumbe essa tarefa e utilizado quase imediatamente.



 

Em diversas obras sérias — como por exemplo, as de André Luiz — que retratam o plano astral, verifica-se a presença de animais auxiliando socorristas que fazem resgates em regiões próximas à crosta e subcrostais.


Se estão ali, obviamente é porque possuem um veículo perispiritual que os habilita a existir nessas regiões.


Basta lembrar isso para entender que no animal estão presentes energias vitais e emocionais abundantes, que circulam em sua aura, como combustíveis das emoções e sentimentos iniciantes, e das trocas magnéticas no nível etérico, que sustentam a vida orgânica.


“Todos os seres vivos, dos mais rudimentares aos mais complexos, se revestem de um halo energético que lhes corresponde à natureza.”

André Luiz, em Evolução em Dois Mundos, cap. XVII.


Ora, nos animais, embora dóceis e amorosos como são os domésticos, esse conteúdo energético é fundamentalmente da freqüência dos instintos.


O desencarne do animal, abatido para ingestão pelo homem, evidentemente não desintegra essas forças circulantes no halo energético ou aura dele; nem o cozimento consegue alcançá-las, já que não são energias densas, e sim fluídicas.


Conseqüência evidente é que o ser humano, ao ingerir a carne animal, absorve inevitavelmente quotas dessa energia fluídica agregada aos tecidos, que iriam se desintegrar ou dispersar no meio ambiente, no processo de decomposição do corpo, em caso de morte natural.


Quando o homem se interpõe, transfere para dentro de si o processo que teria lugar na natureza: transforma o próprio estômago na cova onde vai se decompor o corpo físico do animal, e por conseqüência absorve as energias fluídicas que se desprendem.

 

Energias instintivas.


Muito boas para o animal, mas contraproducentes para o homem, que não só já passou dessa lição, como está, justamente, tentando libertar-se do nível instintivo de comportamento — sua herança animal.


Conseqüência?

 

O comedor da carne recebe, com ela, um impulso ou aceleração para baixo, em seu campo emocional, no sentido da freqüência instintiva, que vai reativar os automatismos do nosso passado animal.


Todo o “lixo emocional” arquivado no inconsciente ancestral que o homem está procurando reciclar, é reativado: agressão, raiva, egoísmo, impaciência, ciúme, crueldade, sexo instintivo...

 


Tudo na contramão da reforma íntima do espírita.


Não é mera coincidência o fato de que os últimos 40 anos, que viram o consumo de carne centuplicar no planeta, tenham visto também emoções cada vez mais animalizadas se alastrarem nos padrões sociais.


É muito difícil resistir a essa sintonia instintiva que pressiona o emocional humano, renovando-se diariamente.


Ingerir os fluidos do animal faz a criatura parceira das emoções do boi, do porco, do frango, quer ela se dê conta quer não.


Vibrações são invisíveis: costumam se denunciar pelos efeitos.

 


Olhe ao seu redor e veja a conseqüência.


É por essa razão de contágio fluídico que os médiuns, sobretudo, jamais deveriam contaminar sua aura com as energias animalizantes, que estabelecem uma verdadeira cortina de fluidos densos, letárgicos e de péssima qualidade energética.

 

No contato com os Espíritos Superiores, isso é constrangedor.


O carnívoro exala um odor fluídico penoso, que só a disposição sacrificial deles permite suportar.


O médium passista carnívoro dá um trabalhão aos mentores para evitar que se passem aos atendidos os miasmas e fluidos nocivos da carne ingerida.

 


Quem disser que “a intenção íntima é tudo”, imagine o que seria um passista alcoolizado ou consumindo um cigarro durante o passe.


Tanto o álcool quanto o fumo, embora nocivos, estão isentos de um fator terrível, que é o carma da crueldade embutido na carne.

 

9º - Contrariou a Lei do Amor.